NCIS
Estreia de Ruah na SIC
Terça, 25 Agosto 2009 21:09

 

Daniela Ruah é uma actriz da TVI, não exclusiva, mas desde de 2001, que tem vindo a fazer parte das produções do mesmo canal. Porém, agora que está em Hollywood,fez uma participação especial nos últimos episódios da série "Investigação Criminal" que irá estrear no dia 7 de Setembro na SIC.
A personagem de Daniela Ruah é a agente especial ‘Kensi Blye’. Filha de militares, desejada pela CIA e pelo FBI, opta por se juntar a uma equipa especializada em segurança do NCIS (Naval Criminal Investigative Service), perita em altas tecnologias. "Ela é muito determinada e inteligente. Talvez demasiado impetuosa às vezes", diz Brennan, o produtor executivo.
Brennan acrecenta que "eles aprenderam algumas tácticas com o elenco fixo. Tanto LL Cool J como Chris O’Donnell tinham experiência com armas de fogo, graças a trabalhos anteriores. Mas, para Daniela Ruah era a primeira vez.Ela fez uma festa! Quando acabou os treinos, o nosso conselheiro técnico disse: ‘Ela tem uma pontaria fatal. Não se metam com aquela rapariga!’ De facto, para quem nunca tinha disparado uma arma antes, acertou sempre no alvo. Fiquei muito impressionado".
Os fãs começam a aparecer, tal como as criticas positivas. A promo já passa na SIC, portanto no dia 7 mantenha-se atento para ver a "nossa" actriz brilhar!

Luis Vigário

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Actualizado em Terça, 25 Agosto 2009 22:59
 
Daniela Ruah fala da sua participação em NCIS
Domingo, 17 Maio 2009 18:32

Em ‘NCIS: Legend’, um episódio especial da série norte-americana ‘Investigação Criminal’ (AXN), já exibido nos EUA, Daniela Ruah veste a pele da agente especial Kensi Blye, membro de uma força de segurança da Marinha. Ao lado de Chris O’Donnell, LL Cool J e Louise Lombard, a actriz aguarda agora ‘luz verde’ para arrancar com as gravações da nova versão da popular série policial, protagonizada por esta equipa de agentes especiais.

Como correram as gravações de ‘NCIS – Investigação Criminal’?
- Correram lindamente. Apesar de ainda estar no processo de ‘encontrar’ a personagem, recebi bom feedback dos produtores e autores. Por isso, agora resta saber se o público irá também apreciar o trabalho e a personagem! Diverti-me imenso...

Viu os episódios onde entra? Costuma ser muito crítica em relação ao seu trabalho?
- Fiquei colada ao ecrã! É o meu primeiro ‘grande’ trabalho nos EUA e por isso estava entusiasmada e supercuriosa... E sim, sou muito crítica, o que não significa insultar tudo o que faço. Simplesmente aprendo com os meus erros e com aquilo que vejo que funciona numa cena. Tento ser o mais objectiva possível. Juntei um grupo de amigos em minha casa e celebrámos com champanhe!

Foi bem aceite pelo elenco?
- Definitivamente. Ninguém se conhecia antes de começarmos a trabalhar, por isso acabámos por nos aceitar uns aos outros tentando encontrar um ambiente confortável e divertido. Senti-me sempre bem e parte da equipa. Todas as pessoas envolvidas na produção de ‘NCIS’ trabalham em conjunto há seis anos ou mais. Por isso, quando nos colocam numa família já formada, é importante que todos nos aceitem, não só os actores.

Tem algo a destacar das gravações, algum momento mais divertido ou outro menos bom?
- O único momento menos bom foi acordar às 04h30 da manhã para ir trabalhar! Momentos bons, houve vários! Pregavam- -me partidas e, às tantas, já não sabia o que era verdade ou não! Uma vez, um dos actores disse--me que já não precisavam mais de mim, que podia ir para casa. Como não acreditei nele acabei por ficar, quando era mesmo verdade...

Como é que se sentiu a contracenar com os famosos de Hollywood?
- Passado algum tempo, o conceito de quem é de Hollywood e quem não é deixa de ser importante. Somos todos actores e o respeito é mútuo. Foram todos simpáticos comigo e deram-me várias dicas. Mark Harmon, por exemplo, apesar de ser o mais brincalhão, acabou por ser um pouco um mentor. Ele já faz parte da equipa há muitos anos e conhece as técnicas do programa e de trabalhar em televisão, por isso ajudou-nos muito, até ao LL Cool J, que também começou a carreira há relativamente pouco tempo em relação aos outros.

Já tem mais propostas para trabalhar nos EUA?
- De momento estou à espera para saber se esta série [nova versão de ‘NCIS’] sempre vai em frente ou não. E se for, poderei fazer parte dela durante cerca de seis anos, por isso agora estou numa fase de espera. Mas continuo a participar em castings para cinema.

Já se justifica uma mudança para Hollywood?
- Só quando tiver a certeza de que a série nova será exibida.

Quando é que vem a Portugal matar saudades? Ou são os familiares e amigos que vão até si?
- Fui na Páscoa e já voltei. Já estava a fazer falta a companhia da família e dos amigos. Além disso, quando o trabalho árduo começar não sei quando é que terei tempo de ir a Portugal!

O facto de ter ido estudar para os EUA, o seu país natal, deu-lhe mais segurança a representar?
- Numa série de televisão, como o enredo vai-se desenvolvendo ao longo do tempo, é raro entrar nela com uma ideia fixa de quem é a personagem que vou interpretar. Por isso, pelo menos no início, sinto sempre um nervoso miudinho quando questiono as minhas escolhas para o papel. Estudar nos EUA deu-me uma noção de como funciona a representação no contexto da vida americana. No entanto, ter trabalhado em Portugal trouxe-me a experiência na técnica de televisão, assim como a resistência ao ritmo de trabalho. Assim, tanto Portugal como os EUA têm sido muito importantes no meu percurso.


Fonte: Correio da Manhã

 Inês Amaral

 

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Actualizado em Domingo, 17 Maio 2009 18:34